O que já fizemos

R$ 6.200.941,45

ESTE É O VALOR DA ECONOMIA PROPORCIONADA AOS COFRES PÚBLICOS PELA OPS ATÉ O MOMENTO.

Atualmente a operação conta com milhares de colaboradores em todo o país e também no exterior. Todo o trabalho é feito de maneira voluntária e não visa lucros. Além disso, o Instituto OPS não mantém qualquer vínculo ou ideologia partidária. A sua sobrevivência financeira depende exclusivamente de doações.

A principal ferramenta de divulgação do trabalho é o canal do Lúcio Big no Youtube que conta com mais de 50 mil inscritos. Twitter, Facebook e Instagram de Lúcio Big também aumentam a exposição do trabalho do Instituto OPS pelo Brasil e pelo mundo.

O que o Instituto OPS já fez

Durante esses anos de trabalho, o instituto, por meio da Operação Política Supervisionada, conseguiu alcançar alguns de seus objetivos, dentre eles o de incentivar grupos de pessoas a se organizarem para fazerem parte do Controle Social em seus municípios e estados, além de ter contribuído para a criação do Serenata de Amor e inspirado pessoas para a criação da Operação Pega Leão, dentre outros.

Já foram denunciados no TCU e no MPF centenas de parlamentares federais, além de demandas abertas contra órgãos públicos que descumprem a Lei de Acesso à Informação e Lei de Transparência.

Em se tratando de impacto imediato, a OPS provocou até o momento a economia acima informada de dinheiro público. Eis aqui alguns dos casos que resultaram nesta economia, ordenados a partir do mais recente.

  • 6 de abril de 2021

    Deputados federais e estaduais devolveram juntos R$ 46.408,93. Saiba mais…

  • 12 de novembro de 2020

    Deputado e ex-deputado devolver R$ 87 mil graças às denúncias feitas pela OPS ao Ministério público. Entenda o caso…

  • 27 de outubro de 2020

    Com a descoberta de devoluções aos cofres públicos no valor de R$ 71.015,65, o Instituto OPS alcança o incrível valor de R$ 6.067.496,42 de economia proporcionada aos cofres públicos. Saiba mais…

  • 3 de maio de 2020

    Várias notas sem valor fiscal foram encontradas pelo robô da OPS, além de gorjetas concedidas por deputados com dinheiro público, o que não é permitido, o que resultaram em mais R$ 1.983,86 de devolução aos cofres públicos. Leia mais.

  • 8 de dezembro de 2019

    Mais um deputado estadual de Mato Grosso do Sul devolveu dinheiro aos cofres públicos depois de ser pressionado por colaboradores que enviaram mensagens para o e-mail do deputado informando as irregularidades que cometeu ao usar dinheiro público para pagar a conta de banquetes. Zé Teixeira devolveu R$ 2.341,00.

  • 29 de setembro de 2019

    Dezenove deputados foram fiscalizados pela OPS durante dois meses e o resultado foram mais R$ 2.419,60 de dinheiro público de volta ao erário. Leia e entenda.

  • 16 de setembro de 2019

    O deputado estadual Pedro Kemp (PT-MS) devolveu R$ 1.754,00 referentes a despesas irregulares com alimentação. Veja o caso.

  • 21 de agosto de 2019

    O deputado federal Ronaldo Carletto (PP-BA) devolveu R$ 17,6 mil aos cofres da Câmara depois de ser flagrado pela OPS abastecendo veículos da empresa da esposa com dinheiro público. Veja o caso aqui.

  • 11 de junho de 2019

    O deputado Silvio Costa Filho (PRB-PE) foi obrigado a devolver R$ 8 mil aos cofres da Câmara depois que a OPS exigiu da Casa que considerasse irregular a nota fiscal apresentada pelo parlamentar, cuja empresa emissora não poderia emitir o documento.

  • 7 de maio de 2019

    Mais um deputado reconhece seu equívoco e devolve R$ 206,42 ao erário. Gonzaga Patriota (PSB-PE) fez a devolução depois que a OPS lhe enviou um e-mail mostrando o uso irregular da verba com refeições. Ao admitir a irregularidade, Patriota fez a devolução do valor. Veja o documento da devolução aqui.

  • 5 de fevereiro de 2019

    Publicado este vídeo que mostra a devolução de mais R$ 198 mil ao erário. O deputado Wellington Roberto foi flagrado utilizando irregularmente o dinheiro público da verba indenizatória e após um abaixo-assinado e uma denúncia no MPF, o parlamentar se viu obrigado a devolver todo o valor. Veja os detalhes aqui.

  • 8 de março de 2018

    Pastor Bel, senador estepe de Edison Lobão, passou o réveillon com a família em Fortaleza às custas do contribuinte. Após e-mailzaço da OPS, o senador reconheceu o que chamou de equívoco e restituiu os cofres do Senado, no valor de R$ 1.222,80.

  • 5 de julho de 2017

    Os deputados Francisco Floriano (PR-RJ) e Sérgio Brito (PSD-BA) devolveram R$ 84.432,70 aos cofres públicos depois que a OPS abriu demanda na Câmara dos Deputados solicitando a apuração de irregularidades no uso da verba indenizatória. Uma empresa que oficialmente não existia há dez anos continuava a alugar carros aos deputados.

  • 5 de fevereiro de 2017

    O deputado federal Zeca Cavalcanti se viu obrigado a devolver R$ 66.500,00 depois que irregularidades encontradas em seu contrato de aluguel. Ele pagava com recursos públicos, e a peso de ouro, a locação de um imóvel em seu reduto eleitoral que é de propriedade do sogro, o que não é permitido por lei.

  • 19 de janeiro de 2017

    Três deputados federais devolveram juntos R$ 490,65 que gastaram em empresas que operavam irregularmente. Vanderlei Macris, Roberto Freire e Mauro Mariani foram vítimas de empresários que tiveram suas empresas baixadas e ainda assim emitiram suas notas fiscais.

  • 9 de novembro de 2016

    Eduardo Barbosa (PSDB-MG) contratou uma pessoa física para prestar serviços de divulgação parlamentar ao custo total de R$ 4.200,00, o que não é permitido pela Câmara dos Deputados, vez que apenas empresas podem realizar este tipo de serviço. Clique aqui para visualizar o documento de devolução

  • 14 de dezembro de 2015

    O deputado Damião Feliciano devolve R$ 64.823,00 referentes a despesas com a manutenção daquilo que seria seu escritório de representação no estado da Paraíba, mas que na realidade tratava-se do diretório regional do PDT, seu partido. Ele devolveu o valor após tomar conhecimento de que a OPS havia descoberto a irregularidade. A devolução ocorreu em parcelas mensais e sucessivas, porém, faltam ainda R$ 153.846,00 para serem devolvidos ao erário.

  • 26 de outubro de 2015

    O deputado federal Celso Russomanno devolveu R$ 191,00 referente a um gasto irregular detectado pela OPS. Desta vez não foi preciso nenhuma outra ação da OPS além da solicitação da cópia do documento que continha gastos contestáveis para que o deputado realizasse o ressarcimento ao erário. Aparentemente ele já conhece o trabalho da OPS.

  • 02 de outubro de 2015

    A deputada Brunny (PTC/MG) ressarciu o erário em R$ 2.497,00 referente ao uso irregular da Verba Indenizatória com sua alimentação.

  • 05 de maio de 2015

    Após publicação no perfil do Humilde Congressista, no Facebook, a OPS se aprofundou no caso envolvendo o deputado federal Benjamin Maranhão (SD/PB) que havia gastado R$ 1.495,00 em um único almoço, pago com o dinheiro público da CEAP. Depois de questionar no gabinete sobre o motivo de tão elevado valor, o parlamentar devolveu aos cofres da Câmara o valor integral da despesa.

  • 30 de março de 2015

    O deputado federal Paulo Feijó (PR/RJ) abasteceu, por anos, veículos de seu gabinete no posto de combustível de seu genro, o que não é permitido. Após conversa telefônica com Lúcio Big, devidamente gravada, o parlamentar garantiu que restituiria os cofres da Câmara no valor de R$ 168 mil – e devolveu. Veja.

  • 29 de janeiro de 2015

    Eudes Xavier, o rei da papelaria, foi o deputado que usou dinheiro da verba indenizatória para adquirir itens de papelaria em quantidades absurdas. Sem obter sucesso no Conselho de Ética e também pelo fato de não ter sido reeleito em 2018, a OPS resolveu denunciá-lo na Justiça, juntamente com a empresa fornecedora dos produtos e também a Câmara Federal. O processo encontra-se na 20ª Vara Cível do DF, sob Nº 0003822-89.2015.4.01.3400.

  • 20 de novembro de 2014

    Antes da Ação Civil Pública, Lúcio Big abrir uma representação contra o Rei da Papelaria no Conselho de Ética da Câmara Federal, onde solicitou apoio do presidente do Conselho, Ricardo Izar e do deputado Chico Alencar.

  • 10 de outubro de 2014

    É entregue o Abaixo-Assinado no gabinete do deputado Eudes Xavier – O Rei da Papelaria – exigindo explicações para a astronômica quantidade de produtos de escritório. São 850 resmas, ou seja, 425 mil folhas de papel A4, ou ainda, 2 toneladas de papel alcalino, além de 200 colas brancas de 90g, 1000 réguas de 30cm, 2750 canetas esferográficas, 375 mil grampos, 7920 lápis pretos, dentre outros.

  • 04 de outubro de 2014

    Começa a saga do Rei da Papelaria (Deputado Eudes Xavier PT/CE). Em apenas três meses o nobre deputado gastou, COM DINHEIRO PÚBLICO, quase R$ 36,5 mil apenas com material de escritório.

  • 10 de agosto de 2014

    O deputado Chico Alencar, ao tomar conhecimento da representação aberta pela OPS no Ministério Público, ressarciu R$ 27 mil referentes aos pagamentos indevidos a uma empresa prestadora de serviços na área de informática que havia sido contratada pelo parlamentar. Mesmo baixada e sem que o parlamentar soubesse deste fato, a pessoa jurídica continuou emitindo notas fiscais, portanto frias, ao deputado e que serviram de documento para fins de reembolso.

  • 31 de julho de 2014

    A OPS inicia a divulgação dos casos em que parlamentares utilizavam dinheiro público para pagar TV por assinatura com canais de futebol e de filmes pornôs. Todos os denunciados cancelaram seus pacotes e um deles devolveu todo o dinheiro gasto indevidamente por seu gabinete. Esta ação fez com que fossem economizados cerca de R$ 600,00 mensais, além da devolução de R$ 6.146,95, totalizando aproximadamente de R$ 9 mil.

    Os deputados envolvidos são: – Flaviano Melo / Renato Moling / José Airton / Luiz Fernando Faria

  • 29 de julho de 2014

    A OPS inicia uma ofensiva contra o Senado Federal que descumpria a Lei de Transparência e a Lei de Acesso à Informação, no que se refere a despesas de senadores com suas verbas indenizatórias. A Operação Senado Transparente objetivou requerer diretamente dos gabinetes dos senadores, cópias de notas fiscais pagas com o dinheiro da CEAPS para que fossem auditadas. Apenas quatro senadores responderam positivamente aos requerimentos. Os demais ignoraram.

    Diante do insistente descumprimento da LAI, Lúcio Big acionou o órgão no Ministério Público. A denúncia foi acatada e se converteu em inquérito, tendo sido arquivado em 2017 por determinação da procuradora Marina Sélos Ferreira que argumentou ter verificado o portal de “transparência” do Senado e que todas as informações que um cidadão precisa está disponível, o que não é verdade. Lúcio Big recorreu da decisão em julho de 2017.

  • 16 de junho de 2014

    Para se manter operante, a OPS passa a contar com a ajuda financeira de seus admiradores e colaboradores. O sistema de Crowfouding do Patreon é apresentado e já no primeiro mês a operação recebe mais de mil reais em doações. Atualmente, os valores recebidos também no PagSeguro e PayPal e em depósitos bancários giram em torno de R$ 1.700,00 mensais. O valor é utilizado por Lúcio Big como remuneração pelo seu trabalho e para a manutenção dos sites e das redes sociais.

  • 07 de maio de 2014

    A OPS entrega o segundo dossiê ao TCU. O Dossiê Dois contendo vinte e três parlamentares também foi entregue no Ministério Público Federal.

  • 25 de janeiro de 2014

    Vai ao ar o site da OPS www.ops.net.br. Desenvolvido por Ismael Munchen, o site possibilita ao usuário analisar os gastos da CEAP de maneira simples. Atualmente é gerenciado por Vanderlei Denir, de Santa Catarina, que deu nova interface e recursos ao site.

  • 15 de dezembro de 2013

    Novas regras para locação de veículos são impostas na Câmara Federal. Instituídas depois das denúncias da OPS e com repercussão na Globo (Fantástico), Band (CQC), UOL, Congresso em Foco (digite no Google “Farra do Cotão”), os deputados federais somente poderiam locar veículos até o valor inacumulável de R$ 10 mil (valor da época), com teto de 10% sobre o valor do veículo. As novas regras passaram a ter efeito em março de 2014. Com a criação deste teto, o valor gasto entre março de 2014 e fevereiro de 2015 foi R$ 4.934.583,10 menor que o registrado no mesmo período do ano anterior, ou seja, a OPS provocou uma economia de R$ 4,9 milhões.

  • 13 de dezembro de 2013

    Vai ao ar o vídeo “OPS – Deputado Ronaldo Caiado & Govesa”. Na tentativa de ensinar os seguidores do canal a identificarem os doadores de campanha que são contratados por seus beneficiados tão logo são eleitos, o exemplo do deputado goiano (agora governador de Goiás) foi utilizado. Por considerar ofensivo à sua honra, o parlamentar deu entrada num processo jurídico contra Lúcio Big. Ajudado pelo advogado Dr. Jean de Menezes, o processo foi arquivado pelo motivo de as legações não se sustentarem.

  • 02 de novembro de 2013

    Pela primeira vez é solicitado em vídeo que voluntários fotografem endereços de empresas suspeitas e que tenham mantido algum vínculo comercial com parlamentares investigados.

  • 05 de setembro de 2013

    O vídeo “OPS na Mídia” é publicado no Youtube e mostra a tamanha repercussão do trabalho investigativo e de denúncias que a operação faz, tendo sido publicadas matérias nos portais de notícias Congresso em Foco e UOL, além do programa matinal da Rede Globo Bom Dia Brasil e no, agora extinto, CQC, da Band.

  • 01 de setembro de 2013

    O programa Fantástico da Rede Globo leva ao ar uma matéria com quase nove minutos de duração. Matéria esta feita com base no Dossiê “A Lista dos Vinte”. O nome Operação Pega Safado não foi divulgado pela Rede Globo, pois em comum acordo acreditou-se que o nome poderia trazer complicações jurídicas para ambos.

  • 23 de agosto de 2013

    A OPS conquista sua primeira vitória. Depois da repercussão da denúncia sobre as estranhas locações do veículo Mohave por parte do senador Paulo Bauer, o parlamentar decide não pagar mais esta locação com dinheiro público. Por mês eram gastos R$ 6.655,00 com esta locação. Se não houvesse a denúncia, o valor chegaria a R$ 372.680,00 até março de 2018, final de seu mandato.

  • 25 de junho de 2013

    O vídeo “A Lista dos Vinte” é postado e nele estão presentes os nomes de vinte parlamentares que foram investigados pela OPS e considerados suspeitos de terem cometidos irregularidades no uso do dinheiro público da verba indenizatória, recurso público disponibilizado mensalmente aos 594 parlamentares do Congresso e que deve servir tão somente para custear despesas de mandato.

  • 20 de maio de 2013

    Pela primeira vez é utilizada a sigla O.P.S. Porém, ainda com o significado Operação Pega Safado.

  • 11 de abril de 2013

    É postado o vídeo “Tutorial Pega Safado – parte 2”. O caso envolvendo estranhas locações de veículos por parte do senador Paulo Bauer é divulgada. Foi feita a primeira denúncia formal ao TCU. O Senador locava um veículo Mohave da concessionária de seu amigo, porém esta concessionária não fazia locações de veículos ao público “comum”, apenas para o amigo Paulo Bauer.

  • 31 de março de 2013

    O vídeo “Dep. Arnon e a Farra dos alugueis” é o precursor de vídeos de denúncia e também de solicitação de participação da sociedade para tentar elucidar gastos “estranhos” do dinheiro público da CEAP. A partir deste vídeo, iniciou-se a solicitação da ajuda de pessoas para que fossem até o endereço de empresas suspeitas contratadas por parlamentares e as fotografassem. As imagens enviadas para Lúcio Big via e-mail são conferidas com dados já coletados pela OPS para tentar encontrar possíveis irregularidades. A identidade de todos os colaboradores é mantida em sigilo absoluto.

  • 16 de março de 2013

    O vídeo “Tutorial Pega Safado – parte 1” foi postado no Youtube e já foi acessado por mais de 46 mil pessoas. Nele foi possível aprender a levantar dados de gastos com a Cota Parlamentar e cruzá-los com dados da Receita Federal. Está oficialmente criada a Operação Pega Safado.